A morte do cachorro Orelha, de 10 anos, em Florianópolis (SC), provocou forte comoção nas redes sociais e levou diversos famosos a se manifestarem publicamente pedindo justiça. O animal teria sido morto a pauladas por adolescentes na região da Praia Brava, e o caso é investigado pelas autoridades.

Uma das primeiras a se posicionar foi a atriz Paula Burlamaqui, que publicou um vídeo no último sábado (24) cobrando a responsabilização dos indivíduos. Indignada, ela afirmou que o crime não pode ficar impune e classificou a agressão como um ato de extrema crueldade. A artista segue compartilhando conteúdos sobre o caso, reforçando o pedido de punição e criticando a violência cometida contra o animal.
No domingo (25), foi a vez da cantora Ana Castela se pronunciar. Ela lamentou a morte de Orelha e afirmou não conseguir compreender como alguém é capaz de agredir um animal “indefeso”.
“Estou passando aqui para prestar o meu apoio, não só pelo cachorro Orelha, mas também por todos os outros animais que já sofreram isso. Eu não sei como que é possível alguém com o coração tão frio ter coragem de fazer isso com um bichinho desses, que é indefeso. Não entra na minha cabeça”, afirmou.
Já o humorista Rafael Portugal publicou um vídeo classificando o crime como resultado de “pura maldade”. Ele relembrou que Orelha era conhecido como um cachorro “dócil, amado no bairro”, e defendeu que o caso não caia no esquecimento.
A atriz Alexia Dechamps também usou as redes sociais para se manifestar. Em vídeo publicado nesta segunda-feira (26), ela comparou o caso de Orelha a outros episódios emblemáticos de maus-tratos contra animais no Brasil, como os casos de Manchinha e Sansão.
“E até quando a população vai ter que ficar nessa loucura para que alguma coisa aconteça de verdade com as pessoas que cometem esses crimes, essas barbáries?”, questionou.
Já o cantor Luan Pereira afirmou, em tom de revolta, não ter palavras para descrever atos de maus-tratos contra animais e criticou duramente esse tipo de comportamento.
O caso segue gerando repercussão nacional e reacendeu debates sobre punições para crimes de maus-tratos contra animais, além da responsabilização de menores envolvidos em atos de extrema violência.