Hytalo Santos e o marido, Israel Nata Vicente, estão presos no Presídio do Róger, em João Pessoa (PB). De acordo com as informações compartilhadas pelo portal LeoDias, a rotina deles na prisão tem sido bem comum. O casal segue em período de reconhecimento, etapa obrigatória antes de receber visitas.

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Foto: Reprodução/Instagram @hytalosantos

Segundo as apurações, o pai de Israel já realizou o cadastro para visitá-lo, acompanhado da noiva, que não pôde concluir o procedimento já que apenas parentes diretos são autorizados neste processo.

Até o momento, ninguém da família de Hytalo Santos compareceu para realizar o cadastro. O casal precisará aguardar mais uma semana para receber familiares. Pois o próximo domingo (7) será exclusivo para visitas íntimas. 

Outra informação repassada é referente ao fluxo de advogados. A direção do presídio precisou limitar o número de profissionais habilitados a entrar. Ainda os advogados de Hytalo e Israel não procuraram a unidade até o momento para fazer uma visita aos presos.

Na cela, Hytalo alegou ter alergia ao uso de lâminas para fazer a barba. O influenciou fez o pedido para poder utilizar uma máquina de barbear, mas a direção do presídio informou que só vai liberar após a equipe médica constatar a condição relatada pelo influenciador.

Entenda o caso 

Hytalo e Israel foram presos em Carapicuíba, na Grande São Paulo. Segundo despacho da Justiça, a prisão foi decretada para evitar novos atos de destruição ou ocultação de provas, além da intimidação de testemunhas. 

O influenciador é investigado desde o ano passado pelo Ministério Público da Paraíba e pelo Ministério Público do Trabalho (MPT), sob suspeita de exploração e exposição de menores de 18 anos em conteúdos produzidos para as redes sociais. Ele nega todas as acusações.

A questão ganhou destaque em 6 de agosto após a publicação de um vídeo do youtuber Felca. A gravação cita diversos casos em que crianças têm sua imagem explorada, tanto por pais quanto por outros adultos, que lucram com os vídeos publicados.

Hytalo é um dos citados por Felca e, em alguns trechos, crianças e adolescentes aparecem em contextos sexualizados ou frequentando ambientes com adultos, como baladas, o que é chamado de “adultização”.