O Ministério Público Federal (MPF) do Paraná abriu um procedimento para apurar a eventual responsabilidade da Polícia Rodoviária Federal (PRF) no deslizamento de terra na BR-376, em Guaratuba, no litoral do Paraná. O incidente aconteceu na segunda-feira (28) e atingiu 14 pessoas ao todo, com duas mortes. Seis veículos pesados e três leves foram retirados do local.

Foto: CBMSC/Divulgação

A PRF explicou que a decisão sobre a interdição ou não da pista era da Arteris, por se tratar de uma rodovia com concessão. A Arteris, por sua vez, disse que há um programa permanente de monitoramento de encostas e o trecho em que aconteceu o deslizamento é acompanhado periodicamente, sendo parte de suas obrigações contratuais. 

Segundo o MPF, o procedimento foi aberto nesta quinta-feira (1), por meio da Coordenação de Controle Externo da Atividade Policial. 

Em nota, o Ministério Público Federal explicou que “está acompanhando e aguardando o envio de informações solicitadas, com urgência, à concessionária e à PRF, sem prejuízo de eventual instauração de procedimentos em outros temas, como consumidor/ambiental”. 

O que dizem os envolvidos?

Procurada, a Polícia Rodoviária Federal informou que encaminhará ao MPF todas as informações que foram solicitadas no procedimento instaurado.

Já a Arteris Litoral Sul disse que ainda não foi notificada oficialmente pelo Ministério Público Federal, “mas já adianta que irá prestar todos os esclarecimentos necessários ao MPF para contribuir com a elucidação do caso”.

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‘Eventual responsabilidade’ da PRF em deslizamento na BR-376 é apurada pelo MPF

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