(Foto: Reprodução)

Uma testemunha relatou à Polícia Civil que traficantes do Complexo do Caju, na Zona Norte do Rio, acusados da morte de Hellen Alves de Oliveira, em março deste ano, fizeram questão de assumir a autoria do crime na comunidade e em grupos do Whatsapp. Os criminosos diziam que o assassinato deveria servir de exemplo para outros moradores. Sete pessoas foram indiciadas pela 17ª DP (São Cristóvão) pela morte de Hellen, entre elas o chefe do tráfico no Caju, Luiz Alberto Santos de Moura, o Bob. Todos já foram denunciados pelo Ministério Público estadual pelos crimes de homicídio duplamente qualificado (por motivo torpe e por meio que dificultou a defesa da vítima) e ocultação de cadáver. O órgão também representou pelas prisões preventivas do grupo.

Hellen foi condenada pelo “tribunal do tráfico” por ter feito uma postagem no Facebook após a morte de um “radinho” do tráfico no dia 27 de fevereiro deste ano. Rian de Alencar Silva, de 15 anos, morreu durante confronto com policiais da UPP do Caju, o que gerou protestos na comunidade.

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