A Polícia Civil do Paraná (PCPR) divulgou a imagem de Romenigue Ribeiro dos Santos, que está foragido e é suspeito de participar do assassinato de Ederson Aparecido Camargo, de 37 anos, em novembro deste ano, no bairro Guabirotuba, em Curitiba. O irmão dele, também autor do crime, foi preso menos de 12 horas após o crime, em Piraquara, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC).

O crime ocorreu em via pública, na Rua José Giannini Pancetti, local conhecido como “Savana”, quando os dois irmãos chegaram em um carro Saveiro preto, desembarcaram e foram em direção à vítima, efetuando disparos de arma de fogo. No momento do ataque, havia uma confraternização na rua, com várias pessoas presentes, inclusive crianças.
De acordo com o delegado Ivo Viana, a vítima foi atingida por 11 disparos, chegou a ser socorrida, mas morreu em razão dos ferimentos. Após diligências, a equipe policial localizou o suspeito no município de Piraquara e realizou a prisão.
“Com o avanço da investigação, conseguimos coletar novos elementos e concluímos que o segundo indivíduo, irmão do preso em flagrante, também participou do crime. Ambos foram ao local de forma premeditada para matar a vítima. O Judiciário decretou a prisão preventiva, mas ainda não conseguimos localizá-lo”
explicou o delegado, em entrevista à Banda B.
Sobre a motivação, o delegado disse que ainda não há definição, mas a principal linha de investigação aponta para uma desavença entre a vítima e o suspeito preso.
“Ainda neste ano, uma pessoa próxima ao primeiro preso havia sido morta em Piraquara. Segundo relatos informais, os irmãos acreditavam que Ederson poderia ter algum envolvimento no homicídio. Continuamos investigando a motivação”
afirmou Ivo Viana.
O irmão de Romenigue havia saído recentemente do sistema penitenciário e possui antecedentes por tráfico de drogas, roubo e porte ilegal de arma de fogo. Já Romenigue também tem passagens pela polícia.
A Polícia Civil pede ajuda da população para localizar o foragido. Denúncias podem ser feitas de forma anônima pelos telefones 197, da PCPR, 181, do Disque-Denúncia ou 0800-643-1121, diretamente à equipe de investigação.
