A Polícia Civil do Paraná (PCPR) prendeu um homem, de 33 anos, suspeito pelo homicídio de Daniel Gauron Nunes, de 24 anos, que aconteceu dia 13 de abril de 2019. A prisão aconteceu na segunda-feira (7), no Barreirinha, em Curitiba. No dia do crime, Nunes foi encontrado com diversos ferimentos na cabeça causado por agressões físicas e pedradas, no bairro Cachoeira, também na capital.

Foto: Divulgação/PC-PR

Há ainda indícios de que outras pessoas estejam envolvidas no espancamento. Durante a abordagem o suspeito não esboçou reação. A PCPR acredita que a motivação tenho sido porque a vítima teria realizado um furto na região onde esse grupo atuava. Após ser conduzido até a unidade policial, o homem preferiu ficar em silêncio.

“O suspeito nega a participação. Entretanto, em uma outra abordagem feita há alguns meses, ele confessa aos policiais que participou do crime. Nunes morreu devido a uma briga, onde algumas pessoas deram pedradas nele, entre esse grupo estava o suspeito. A participação ativa das pedradas foi do suspeito preso”, explicou a delegada Tathiana Guzella, da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa.

Ainda segundo Guzella, Nunes era morador de rua quando foi morto. “A vítima tinha histórico por tráfico de drogas, sendo usuário de drogas e morador de rua quando foi morto”, disse.

Investigação

Ainda conforme a investigação, o suspeito tem antecedentes criminais por roubo e furto. Além disso ele teve uma tentativa de fuga em janeiro de 2009, quando fez um policial refém. A primeira prisão dele aconteceu em 2006.

“O suspeito participou de uma rebelião, que não foi bem sucedida, em 2009, quando estava preso. Ele tentou fazer um policial de refém. Além disso, ele tinha sido preso em 2006, 2007 e 2011.  Ele tem uma história na vida carceraria bastante longa”, esclareceu a delegada.

Os outros suspeitos de participar da agressão em Nunes ainda não foram localizados. “Outros coautores que estavam na briga não foram identificados. O local onde o crime ocorreu é uma localização que não tem filmagens e nem radares, o que dificulta a investigação”, completou.

O homem segue preso e está à disposição da Justiça.