Segundo suspeito de envolvimento na morte de jornalista em Curitiba é preso após 50 dias

O homem preso nesta quarta-feira seria o motorista do veículo que deu suporte à fuga de Jhonatan Barros, apontado como autor do assassinato

Guilherme Lara da Rosa e Djalma Malaquias

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Um segundo suspeito de envolvimento na morte do jornalista Cristiano Luiz Freitas, de 46 anos, foi preso no final da madrugada desta quarta-feira (23). O homem é apontado como o responsável por auxiliar Jhonatan Barros Cardoso a fugir do local do crime. A prisão foi confirmada à Banda B pela Polícia Civil.

Cristiano foi encontrado amarrado, amordaçado e morto na casa em que morava, no bairro Jardim das Américas, em Curitiba, no dia 4 de março. O corpo foi descoberto pouco tempo depois de ele ter recebido Jhonatan no local.

Segundo suspeito preso por envolvimento na morte do jornalista não teve identidade revelada – Foto: Reprodução/Polícia Civil

À época, a delegada Magda Hofstaetter afirmou que o jornalista marcou um encontro com o jovem em casa. Jhonatan Barros fugiu do local por volta das 14h em um veículo Hyundai HB20 de cor cinza, deixando o portão do imóvel aberto.

O homem preso nesta quarta-feira seria o motorista do veículo que deu apoio à fuga. Ele não teve a identidade revelada. A reportagem apurou que ele foi localizado durante uma operação deflagrada no bairro Parolin, em Curitiba.

O autor do assassinato foi preso dois dias após o crime, no dia 6 de março. Ele foi preso em um flat no Centro de Curitiba, próximo à rodoferroviária e da Delegacia de Furtos e Roubos (DRF).

1/4 O jornalista Cristiano Luiz Freitas, encontrado morto em casa, em Curitiba – Foto: Reprodução/Facebook
2/4 Corpo do jornalista é velado em uma capela no bairro Rebouças, em Curitiba – Foto: Eliandro Santana/Banda B
3/4 Vizinhos estranharam portão da casa do jornalista aberto e o encontraram morto na sala – Foto: Eliandro Santana/Banda B
4/4 Suspeito fugiu após o crime e foi preso dois dias depois – Foto: Eliandro Santana/Banda B

“A gente acredita que eles não se conheciam de muito tempo. Talvez tenham se conhecido nos últimos dias. Mas o fato é que eles se conheciam, até porque ele [suspeito] teve a entrada facilitada por uma ação da vítima”, disse o delegado Ivo Viana, em março.

O suspeito negou ter cometido latrocínio (roubo seguido de morte) e afirmou, por meio de sua defesa, que o crime ocorreu após uma “discussão acalorada” durante um programa sexual contratado pela vítima.

Jonathan Barros Cardoso, de 27 anos, foi preso dois dias após o crime – Foto: Reprodução/Redes sociais

Jhonatan já havia sido preso em uma ação da Polícia Militar no final de 2024, após marcar um encontro amoroso com uma vítima e roubar R$ 5 mil dela, além de agredi-la.

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