O desaparecimento do comerciante de sucata Anderson José Silveira de Santana, de 41 anos, completa uma semana nesta terça-feira (11). Morador da Lapa, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC), ele saiu de casa na manhã da última terça-feira (4) para negociar materiais recicláveis em Porto Amazonas, nos Campos Gerais, e não foi mais visto.

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Anderson José Silveira de Santana continua desaparecido desde a última terça-feira (4). Foto: Reprodução/ Ric RECORD

Segundo informações da Ric RECORD, a Polícia Civil teria encontrado vestígios de sangue e uma cápsula de pistola deflagrada na região onde o comerciante teria desaparecido. Anderson viajava acompanhado de um colega de trabalho, que contou à polícia ter deixado o homem sozinho após desistir do negócio.

De acordo com o amigo, o material que seria negociado era fio de cobre, possivelmente de origem criminosa. Ele relatou que Anderson teria insistido em seguir sozinho para localizar o vendedor, levando uma quantia alta em dinheiro.

A esposa de Anderson, Elka Kauana Cunha Mentzpela, relatou que o marido manteve contato durante a manhã do desaparecimento. Ele enviou mensagens dizendo que estava perdido em uma área de mata. Depois das 18h, Anderson parou de responder.

“Ele nunca fez isso, nunca ficou sem dar notícia, e número de celular, ele tinha de cabeça, se precisasse alguém emprestaria um celular e ele ia avisar alguma coisa. É uma situação muito difícil, a gente só quer saber onde ele está, para acabar com essa angústia, esse sofrimento”

afirmou Kauana, em entrevista à Ric RECORD.

Ainda de acordo com a família de Anderson, ele estava com mais de R$ 40 mil em espécie, além de ter realizado uma transferência via Pix de cerca de R$ 8 mil antes de sair de casa. O carro usado na viagem passou por perícia, e o caso agora é investigado pela Delegacia de Polícia Civil de Palmeira, nos Campos Gerais.

Colaboração da população

Procurada pela Banda B, a Polícia Civil informou que a equipe policial continua em diligências para localizar o desaparecido. Além disso, pediu a colaboração da população com informações que auxiliem na localização de Anderson.

As denúncias podem ser feitas de forma anônima pelos números 197, da PCPR, ou 181, do Disque-Denúncia.