A Polícia Civil de Maringá identicou um suspeito de envolvimento na morte da adolescente Jeniffer Tavares
Mologni, de 16 anos. A (7), em um terreno baldio.

De acordo com informações obtidas pela reportagem da rádio CBN Maringá, a polícia já sabe por onde Jeniffer esteve na noite em que foi morta. A jovem saiu de casa na noite de sábado (4), entrou em contato com a família pela última vez no domingo (5) e foi encontrada morta nessa terça (7). A polícia traçou todo o trajeto feito pela jovem e com imagens identificou o principal suspeito do crime.

Jeniffer foi morta por asfixia – reprodução

Em entrevista coletiva a jornalistas na tarde de ontem, o delegado Diego Freitas, responsável pelo caso, disse que a investigação já levantou informações importantes sobre o crime. De acordo com ele, com o que se sabe até o momento, é possível que o assassinato da menina tenha ocorrido no domingo (5).

À CBN Maringá, o delegado detalhou que Jeniffer esteve num motel com o suspeito e este é o provável local onde ela foi morta.

“Nós já temos sim um suspeito identificado, inclusive na manhã de hoje nós coletamos uma importante prova que aponta substancialmente esse indivíduo, que já havia se identificado ontem como o autor do crime. Nós já temos preliminarmente também as informações do IML, dando conta da causa da morte da vítima, porque foram verificados lá vestígios de traumatismo craniano, vestígios de asfixia mecânica por ação de esganadura e também vestígios de estupro”, disse.

“Então, foi um fato bastante cruel praticado contra essa menor de apenas 16 anos. Com base nesta importante prova que nós coletamos hoje de manhã, nós deveremos sim já representar a prisão cautelar dele. A partir disso, com a efetivação da prisão dele, esperamos colher outras informações que esclareçam melhor toda a dinâmica desse crime”, esclareceu Freitas.

Conforme o delegado, a polícia não pode divulgar muitos detalhes sobre os fatos apurados até agora para
que a investigação não seja atrapalhada.

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