A Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) não acredita que a morte de Jaqueline Lúcia de Castro, de 46 anos, tenha sido motivada por uma briga de trânsito. Em entrevista à Banda B nesta quinta-feira (25), o delegado Thiago Nóbrega disse que a polícia recebeu algumas denúncias que apontam para a motivação e que elas têm dado um norte para as investigações.

“Claro que não descartamos nenhuma linha de investigação, mas das linhas que temos, a briga de trânsito é a menos provável. Já temos algumas informações do que pode ter acontecido, mas ainda não podemos divulgar para não atrapalhar as investigações”, disse o delegado.

Na tarde de quarta-feira (24), a Guarda Municipal encontrou um veículo HB20 incendiado em um matagal da Rua da Pedreira, no bairro Santa Felicidade, em Curitiba. O automóvel pode ser o que câmeras de segurança apontam como o usado para a morte de Jaqueline.

Moradora do bairro Fazendinha, Jaqueline foi morta na noite desta terça-feira (23). Ela foi atingida por 20 tiros após pelo menos 32 disparos com duas armas calibres .380 e .40. Segundo a DHPP, o crime tem todas as características de execução. Uma das hipóteses é que Jaqueline teria repassado informações sobre traficantes da região e a morte seria uma retaliação.

A DHPP segue investigando o caso.