Após a fuga em massa de 29 detentos em ação do Primeiro Comando da Capital (PCC), na última terça-feira, o complexo Penitenciário de Piraquara, começou a receber nesta quarta, 12, armas mais modernas à guarnição da Polícia Militar do Paraná que vigia as seis penitenciárias daquela área.

Segundo o colunista Aroldo Murá, a medida veio depois da invasão quando foram explodidos dois muros e uma parede para a libertação de prisioneiros. O alvo era liberação de cabeças do PCC. Só um dos líderes fugiu.

As novas armas são fuzis 556, fabricados pela CBC, com trinta munições. Esses fuzis substituem os antigos 762, com apenas 5 munições, originários da II Guerra Mundial, e que se mostraram impotentes para fazer frente ao armamento moderno e de alto calibre do PCC.

PRESÍDIO VULNERÁVEIS

Os presídios brasileiros estão vulneráveis a ações do crime organizado, ou as invasões do de João Pessoa, Paraíba, e da Penitenciária Piraquara 1– na madrugada de terça-feira -, foram episódios que não tendem a se repetir?

Nesta quinta, 13, fui buscar a opinião, e respostas, ouvindo um oficial da PMEP, com alto nível acadêmico de especialização em segurança pública. Por motivos óbvios, deixo de citar o seu nome e o posto. Seu relato é precioso: mostra o raquítico esquema de guarnição do complexo em que vivem pelo menos 4 mil prisioneiros.

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