Motocicleta Honda Cbr 1000Rr Repsol estava com parcelas atrasadas. Foto: Antônio Nascimento/Banda B

 

A motocicleta Honda/CBR usada por Juninho Riqueza, preso pelo crime contra o jogador Daniel Freitas Correa, 24 anos, em São José dos Pinhais, na região metropolitana de Curitiba, foi apreendida nesta quarta-feira (5). Já em posse da Polícia Civil, a apreensão, desta vez, foi realizada pelo Banco Bradesco, por falta de pagamento. A motocicleta usada pelo empresário está em nome de outra pessoa, atualmente, presa pela Polícia Federal, pelo crime de tráfico de drogas.

Casal Brittes em encontro de motociclistas. Foto: Instagram/Reprodução

O oficial de justiça cumpriu o mandado expedido pela 2ª Vara Cível do Foro Regional de São José dos Pinhais, na tarde de ontem. A motocicleta Honda CBR 1000 Rr Repsol estava na Delegacia de Polícia do município e foi levada ‘em bom estado e sem as chaves’, conforme descrito no documento que a Banda B teve acesso.

A motocicleta estava alienada ao Bradesco Administradora de Consórcios, com diversas parcelas do financiamento em atraso.

Nas redes sociais da família Brittes, a Honda Repsol já foi destaque em diversas postagens, durante encontro de motociclistas. Ela foi apreendida por policiais civis no dia 9 de novembro, quase duas semanas após a morte do jogador.

Crime

O jogador Daniel Correa Freitas, de 24 anos, foi encontrado morto na manhã de 27 de outubro, na zona rural de São José dos Pinhais, na região metropolitana de Curitiba. Ex meia de Coritiba e São Paulo, ele atualmente atuava no São Bento, time da série B do Campeonato Brasileiro. De acordo com a polícia, ele estaria em uma festa e morreu após enviar fotos de Cristiana Brittes para amigos em um grupo de WhatsApp.

Investigações apontam que pelo menos quatro pessoas teriam participado das agressões contra o jogador. Já bastante machucado, ele foi colocado no porta-malas de um veículo Veloster e levado até a Colônia Mergulhão. Neste local, pelo menos duas pessoas teriam carregado o corpo do jovem até uma plantação de pinus, segundo conclusão de perícia do Instituto de Criminalística do Paraná.