A Justiça de São Mateus do Sul, a cerca de 140 km de Curitiba, marcou o dia 28 de janeiro de 2021 o júri popular de Alisson Ferraz Barbosa, que é acusado pela morte da jovem Elza Ribeiro Micharski, de 22 anos. Na ocasião, Elza foi morta com golpes de barra de ferro e, em seguida, atropelada várias vezes. Ela sofreu lesões na cabeça, no abdômen e não resistiu aos ferimentos. Alisson foi preso em flagrante, logo em seguida, na casa dos pais.

Foto: Arquivo Familiar

Segundo a Polícia Civil, Elza e Alisson foram casados por sete anos e o rapaz não aceitava o fim do relacionamento, o que teria motivado o crime. Em depoimento, o acusado admitiu o crime e afirmou que estava com “raiva”.

Antes do crime, Elza já havia obtido medidas protetivas contra Alisson, o que não foi suficiente para evitar o crime. Em depoimento, Alisson confirmou que passou com o carro duas vezes por cima da cabeça da vítima.

O advogado da família de Elza e assistente de acusação no processo, Igor José Ogar, informou agora que a família aguarda pelo júri. “Damo-nos por satisfeitos com a agilidade do agendamento da sessão plenária de júri e julgamento contra o Alisson, estamos satisfeitos com todas as qualificadoras do processo. Agora a expectativa de que ele seja condenado, com pena superior a 30 anos de prisão”, disse.

O crime aconteceu em maio de 2019, na Praça do Olho, no centro de São Mateus do Sul.

A Banda B tentou contato com a defesa do acusado, mas não obteve sucesso. O espaço está aberto para manifestação.