Da Redação com Washington Post

O caso inusitado aconteceu em Washington D.C., Estados Unidos. Quincy Green, de 44 anos, tinha cometido um crime com arma de fogo em abril e aguardava julgamento. Para mantê-lo sobre vigia, a Justiça determinou a implantação de uma tornozeleira eletrônica no suspeito. Em 19 de maio ele cometeu um crime, mas o GPS não apontava sua presença no local. Por engano, o equipamento havia sido colocado na prótese usada por Green.

protesesImagem ilustrativa (EBC)

A informação veio à tona nesta semana no Washington Post. Dana Hamilton foi morta a tiros e imagens de câmeras de segurança mostram Green com uma arma, efetuando os disparos. Enquanto isso, o GPS informava que ele não havia saído do apartamento. As investigações avançaram e a polícia descobriu que a prótese havia sido colocada na perna que o suspeito não tem. Ele retirou a prótese, colocou outra no lugar, e cometeu o crime.

O responsável pela empresa que instalou o equipamento garantiu que o protocolo é colocar o aparelho direto na pele, nunca por cima da meia. A polícia investiga como o fato inusitado aconteceu.