Um homem, suspeito de produzir, armazenar e vender conteúdo de exploração sexual infantil na internet, foi preso pela Polícia Federal (PF) em Curitiba na manhã desta quinta-feira (26). Quatro mandados de busca e apreensão também foram cumpridos em endereços ligados a outros investigados.

Foto mostra urso de pelúcia no chão e luzes da policiai ao fundo
É importante conversar abertamente com jovens sobre os perigos do mundo virtual – Foto: PF

A operação “Cyber Trace” investiga suspeitos envolvidos com os crimes de estupro de vulnerável e produção, venda e compartilhamento na internet de imagens de crianças e adolescentes sendo abusadas sexualmente.

A investigação teve início após policiais da Espanha e da Alemanha enviarem informações à Polícia Federal sobre as atividades suspeitas dos criminosos.

Suspeito foi preso em flagrante

A prisão em flagrante do homem aconteceu durante cumprimento de um dos mandados em Curitiba. Foi encontrado na casa dele um grande volume de arquivos relacionados à exploração sexual infantil.

Também foram apreendidos equipamentos usados pelos suspeitos – que passarão por perícia e devem auxiliar nas buscas por informações relacionadas à prática de outros crimes e também na identificação dos abusadores e no resgate das crianças em situação de risco.

Alerta aos pais

Após a prisão do suspeito, a Polícia Federal reforça o alerta aos pais e aos responsáveis sobre a importância de monitorar e orientar seus filhos no mundo virtual e físico.

O órgão aponta para a importância de conversar abertamente sobre os perigos do mundo virtual, explicar como utilizar redes sociais, jogos e aplicativos de forma segura, além de acompanhar de perto as atividades on-line dos jovens.

Estar atento a mudanças de comportamento repentinas, como isolamento ou segredo em relação ao uso do celular e do computador, pode ajudar a identificar situações de risco.

Denuncie

A Polícia Federal conta com equipes especializadas na investigação de crimes relacionados ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes. Caso seja vítima ou tenha conhecimento de fatos desta natureza, denuncie através dos portais “Disque 100”, ComunicaPF ou SaferNet.