Henrique Werner de Mattos é considerado foragido da Justiça pelo atropelamento que resultou na morte do taxista Alci Rosa de Oliveira, em Curitiba. O crime ocorreu no último dia 9, logo após uma pequena colisão entre veículos. De acordo com a investigação, Henrique, condutor de um dos automóveis, teria atropelado deliberadamente a vítima e fugido do local em seguida.

A Polícia Civil do Paraná (PCPR) teve acesso a imagens de câmeras de segurança que registraram a dinâmica do caso, classificadas como determinantes para a conclusão do relatório preliminar. As declarações do delegado Edgar Santana reforçam a gravidade dos fatos.
“Desde o momento do fato, a Polícia Civil iniciou as diligências. As imagens mostram de forma muito clara o sinistro de trânsito. Pedimos ao Poder Judiciário a prisão preventiva do investigado. Hoje tentamos dar cumprimento ao mandado, mas ele não foi localizado e já não tem ido à sua residência há algum tempo“, disse o delegado.
Segundo o delegado, Henrique chegou a ser interrogado durante a primeira fase da apuração.
“Ele já foi interrogado. Segundo ele, ficou nervoso no momento em que o taxista saiu do veículo e fugiu por nervosismo. Mas houve dolo direto, porque ele tinha vontade de ter aquela conduta. A pena pode chegar até 30 anos de prisão.”
Com o mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça, equipes da PCPR realizaram diligências para localização do suspeito nesta quarta-feira, mas Henrique não foi encontrado. O delegado confirmou que o investigado não tem sido visto em sua casa há algum tempo, enquadrando-o oficialmente na condição de foragido.
“A Polícia Civil continua com as diligências para encontrar esse indivíduo. Ele está sendo considerado foragido.”
A PCPR solicita qualquer informação que possa levar ao paradeiro de Henrique Werner de Mattos, garantindo o sigilo das denúncias, que podem ser feitas de forma anônima pelos meios 197 (Polícia Civil do Paraná); 181 (Disque-Denúncia) e (41) 3261-6630 (WhatsApp da equipe de investigação).