Quatro anos após o assassinato de Larissa Ferreira da Costa, de 20 anos, a família da jovem intensifica a busca por justiça. Diante da ausência de respostas das autoridades, os parentes passaram a oferecer uma recompensa para quem fornecer informações que ajudem a identificar o autor do crime.

Larissa havia saído de casa para uma entrevista de emprego em Curitiba e desapareceu no dia 11 de setembro de 2021. Ela foi encontrada no dia seguinte esfaqueada e queimada em Campo Magro, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC).
A jovem foi socorrida ao Hospital Evangélico Mackenzie, mas não resistiu aos ferimentos. A gravidade das lesões inicialmente impossibilitou o reconhecimento do corpo, que só foi confirmado por meio da análise de impressões digitais no Instituto Médico Legal (IML). Até hoje, nenhum responsável pelo crime foi punido.
De acordo com Alex Ferreira da Costa, irmão de Larissa, a família convive com a dor da perda e a angústia da impunidade. Para ele, a recompensa pode ser uma forma de obter respostas.
“Eu e a minha família estamos oferecendo uma recompensa para quem tiver informações sobre o caso da minha irmã. Tudo será mantido em sigilo absoluto. Estamos lutando para ter respostas concretas, porque até agora, depois de quatro anos, não tivemos nenhuma. Minha irmã era uma pessoa boa, com um coração enorme e muitos sonhos interrompidos por pessoas que não mereciam estar livres. Queremos justiça para que a alma dela e nossa família possam ter paz”
disse Alex.
A família espera que a iniciativa incentive quem souber de algo a se manifestar. A recompensa é oferecida como uma forma de manter viva a esperança de que o crime seja esclarecido.
“Eu não vou desistir de quem fez isso com ela. Vou continuar buscando respostas, nem que seja a última coisa que eu faça na vida. Quem tocar no coração, entre em contato comigo, repasse informações verdadeiras e concretas. O sigilo é absoluto”
acrescentou o irmão de Larissa.
Informações podem ser repassadas diretamente à família de Larissa pelo número (41) 99612-0524, com garantia total de sigilo.
A Banda B entrou em contato com a Polícia Civil do Paraná (PCPR) para obter informações sobre o andamento das investigações e aguarda retorno.
