O ex-policial militar (PM) condenado por matar a esposa com quatro tiros em maio de 2005 teve a pena aumentada após decisão do Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR), conforme divulgou o Ministério Público do Paraná (MP-PR) nesta quinta-feira (22). Agora, Agnaldo Antônio de Freitas irá cumprir mais de 24 anos (24 anos e 6 meses, ao todo) de prisão. Antes, a pena havia sido fixada em 15 anos e 9 meses.

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Polícia; foto ilustrativa/genérica. Foto: Divulgação/Governo de Sergipe

O crime aconteceu em Arapongas, no norte central do estado. Na época, segundo o MP-PR, no dia do crime, na residência onde moravam, o denunciado disparou contra a vítima por não aceitar o término do relacionamento que mantinham.

O pedido do MP-PR de revisão da pena determinada no julgamento pelo Tribunal do Júri de Arapongas considerou a violência do crime, uma vez que a vítima foi alvejada pelas costas, à queima-roupa.

Na ocasião do julgamento, ocorrido no dia 5 de maio de 2023, os jurados não acolheram laudo psiquiátrico apresentado pela defesa do réu que tentava apresentá-lo como inimputável, alegando que ele seria incapaz de entender o caráter ilícito do crime. Reportagem do Portal TNOnlline, parceiro da Banda B, detalhou o julgamento.

A decisão pela majoração da pena consta de acórdão publicado pela 1ª Câmara Criminal do TJPR, que negou recurso da defesa do réu e acatou pedido do Ministério Público do Paraná.

Outro lado

A Banda B tenta localizar a defesa do acusado. O espaço está aberto.

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Ex-PM condenado por matar esposa a tiros no Paraná tem pena aumentada e irá cumprir mais de 24 anos de prisão

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