O trabalho do policial militar é recheado de dilemas e demandas. Afinal, é o profissional instituído para realizar rotinas de proteção, segurança e proporcionar bem-estar para a população. Para falar sobre o assunto, o Tribunal da Notícia desta terça-feira (13) conversou com o Comandante Geral da Polícia Militar do Paraná, Coronel Hudson Teixeira.

Em entrevista ao jornalista Ricardo Vilches, Hudson contou a história de como se tornou policial no Paraná. Aos 4 anos de idade, ele perdeu o pai em um latrocínio. O crime aconteceu no bairro Santa Cândida. Na ocasião, um homem bateu na porta da mercearia do pai dele e pediu por um medicamento. No entanto, ao retornar para entregar o remédio, ele levou um tiro no peito.

“Eu entrei na polícia para que outras pessoas não passem pelo que nós passamos. Vivo a realidade, vivo o dia dos pais sem pai. Vivo meus amigos comentando o que meu pai falava. Não sei o que é a voz do meu pai, cheiro do meu pai”, conta

Hudson também falou sobre o caso da morte dos suspeitos de atacar uma empresa de valores em Guarapuava, cidade do centro-sul paranaense, foram mortos em confronto com a Polícia Militar. Segundo o coronel, a PM criou uma força-tarefa com a Polícia Civil e desde o ataque no mês de maio, já prendeu 15 pessoas acusadas de ter participação no roubo.

Foto: Montagem Banda. B

Outros tópicos abordados na entrevista foram o uso do termo suspeito ao invés de bandido nas reportagens jornalísticas e peculiaridades do trabalho da PM.

Tribunal da Notícia

Para saber mais sobre a justiça e ter suas principais perguntas respondidas sobre os casos de repercussão no Paraná, assista na íntegra ao programa. O Tribunal da Notícia vai ao ar de segunda a sexta-feira, às 14 horas, na Banda B AM 550 e FM 79.3, com transmissão ao vivo pelo YouTube da Banda B e o Facebook Portal Banda B.

Confira a entrevista completa: