Um universitário de 21 anos foi encontrado morto dentro do apartamento que mora, na manhã desta segunda-feira (11), no bairro Campina do Siqueira, em Curitiba. José Joaquim Nicurgo Rosa Martins cursava Medicina na Faculdade Evangélica Mackenzie do Paraná e teria relatado dores – em uma ligação telefônica. Há ferimentos no queixo do jovem, mas a causa da morte deve ser apontada por meio de exames no Instituto Médico Legal (IML).

 

Apartamento do universitário ao lado do terminal. Foto: Banda B

 

 

O jovem morava em um apartamento na rua Padra Anchieta, ao lado do Terminal do Campina do Siqueira. Amigos contaram que a vítima morava sozinha e familiares são do interior do Estado.

Embora a vítima tivesse um ferimento no queixo, o delegado Victor Menezes acredita que o universitário tenha tido problemas de saúde. “É um local de pesquisa e não tem como dar um apontamento conclusivo nesse momento, mas pelos indícios que angariamos até o presente, seja por relatos de dor da vítima, tudo aponta que seria uma morte em recorrência de doença”, descreveu o delegado.

 

Jovem morava sozinho e família é do interior. Foto: Reprodução/Facebook

 

Sobre o ferimento, o delegado vê como hipótese uma queda. “É um ferimento no queixo, pode ter sido ocasionado por uma queda. Ele tomou um remédio para dor, pode ter ficado tonto, caído e se machucado”, contou à Banda B.

De acordo com a Polícia Civil, o jovem estava sentindo dores desde sábado, quando ligou para uma colega de turma e relatou.  Os investigadores ainda não sabem afirmar qual doença o universitário tinha. “Precisa analisar externa e internamente para bater o martelo da causa da morte. Houve um barulho que pode ter sido uma queda, mas não estamos descartando nenhuma hipótese. Ele ligou para uma colega e disse que estava com dor desde sábado, mas não sabemos detalhes”, finalizou o delegado da Homicídios.

 

IML foi acionado para recolhimento do corpo. Foto: Banda B

 

Exames

O corpo do universitário foi recolhido ao IML e terá de passar por exames para conclusão do caso. Amigos serão ouvidos em depoimentos formais pela Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) que esteve no local.