Uma empresária vive dias de medo no Centro de Cascavel, no Oeste do Paraná, após ser ameaçada de morte por um homem em situação de rua. A frase “Eu vou te matar… sua vagabunda” foi registrada em imagens feitas na tarde desta quinta-feira (8), em uma casa em demolição em frente ao local de trabalho da vítima. Veja o vídeo abaixo.

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Foto: Reprodução/CGN.

As informações são do portal CGN, parceiro da Banda B. A empresária, que prefere não se identificar, relata que os problemas começaram com vandalismo frequente durante a noite.

“Durante o período em que a clínica não está em funcionamento, acontecem situações de vandalismo, tanto aqui na parte de estrutura, quanto lixo trazido à noite na frente da porta, danificação de paisagismo, violação de torneiras e tomadas”.

detalhou a empresária.

Ao acessar as câmeras de segurança, ela identificou o homem, de 59 anos, que circula pela região desde o ano passado e intensificou as ações há cerca de três meses.

“Quando tem um homem, eu percebo que ele não se aproxima muito. Mas, quando tem muitas mulheres, ele acaba sendo um pouco mais ousado. Ele entra, ele importuna, quer ser atendido, pede café… é bastante difícil de tirar ele aqui de dentro. Ele desacata muito, ele xinga muito”

comentou a mulher.

O homem dorme em uma casa desocupada próxima. Há cerca de duas semanas, a situação se agravou quando a empresária tentava sair com o carro e foi abordada após negar dinheiro.

“Ele me falou que não iria sair, que nem ele nem eu sairíamos dali. Então ele deitou na frente do meu carro e começou a gritar que eu teria atropelado ele.”

Em seguida, vieram as ameaças diretas. Ela acabou tendo que denunciar o caso.

“Ele veio do lado do meu vidro e me falava: ‘eu vou te matar, você é uma vagabunda’. Quem me ajudou foi uma pessoa que passava pela rua”

comentou a empresária.

A empresária registrou boletim de ocorrência e afirma viver em constante apreensão. Outras pessoas da região também relatam intimidações, lixo e até fezes jogadas contra estabelecimentos. Diante do terror diário, a empresária avalia solicitar uma medida protetiva.

Veja a reportagem produzida pelo portal CGN: