Dois moradores de Goiás são presos suspeitos de aplicar golpes em Curitiba

A dupla foi presa em um hotel, na região central da cidade, na quarta-feira (16)

Redação com Polícia Civil

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(Fotos: Divulgação – Polícia Civil)

 

A equipe de investigação da Delegacia de Furtos e Roubos de Veículos (DFRV) prendeu dois homens, de 20 e 23 anos, moradores de Planaltina, em Goiás, que estariam em Curitiba para praticar golpes. A dupla foi presa em um hotel, no Centro da capital paranaense, na última quarta-feira (16).

Com eles, os policiais apreenderam uma máquina de cartão, diversos cartões de crédito e débito em nome de terceiros, extratos bancários de contas de pessoas físicas e jurídicas, além de celulares e um notebook.

De acordo com o delegado-adjunto da unidade, Eric Tutia Guedes, a equipe chegou até os homens durante buscas para apurar denúncias que relatavam que pessoas de fora da cidade estariam em Curitiba vendendo carros roubados e comercializando documentos falsificados de veículos.

“No decorrer das diligências descobrimos que haviam pessoas de fora do Estado hospedadas em um hotel na região Central da cidade e fomos até o local averiguar – momento em que localizamos essa dupla. Os suspeitos não estavam em posse de veículos, porém confessaram que estavam na cidade apenas com o intuito de aplicar golpes e depois retornariam a cidade de origem”, informa Guedes.

O delegado afirma que o crime da dupla consistia em angariar pessoas para colaborar com o golpe, que consistia em desviar dinheiro de contas bancárias de terceiros e transferir para conta desses possíveis colaboradores. “Em troca ofereciam 15% do valor”, ressalta.

Guedes afirma ainda que as investigações continuarão em andamento, uma vez que existe uma denúncia de que veículos proveniente de furtos e roubos podem estar sendo comercializados por pessoas de outra cidade.

A dupla foi autuada em flagrante por furto qualificado e fraude bancária. Ambos foram encaminhados para o Setor de Carceragem Temporária (Secat) da DFRV, onde permanecem à disposição da Justiça.

O rapaz de 23 anos contava ainda com um mandado de prisão condenatório em aberto, expedido pela Justiça de Goiás. “Comunicaremos as autoridades de seu Estado de origem para a tomada de medidas cabíveis”, finaliza Guedes.

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