Maria Eduarda Cordeiro, de 21 anos, que teria sido morta em um suposto ‘tribunal do crime’ no Guarujá, litoral de São Paulo, em fevereiro, continua sem ter o corpo localizado. A jovem cresceu em Paranaguá, no litoral do Paraná, e se tornou alvo de investigação por tráfico de drogas.

Segundo informações da Ric RECORD, ela teria ido embora do estado para mudar de vida. Para a Polícia Civil de São Paulo, a jovem, conhecida como “Duda Encrenca”, está morta. No entanto, a família afirma não ter recebido qualquer informação oficial sobre a localização do corpo.
Jovem foi presa em 2024 por tráfico de drogas
Maria Eduarda já tinha sido presa em 2024, durante uma operação contra o tráfico. Na época, ela prestou depoimento às autoridades e admitiu que já tinha se envolvido com o crime anteriormente. Apesar disso, afirmou que não atuava mais com o tráfico naquele momento.
Durante o interrogatório, a jovem também foi questionada sobre outras pessoas que estariam na residência. Segundo ela, havia mais dois rapazes no local, mas se recusou a revelar as identidades. Os outros suspeitos morreram.
“Os meninos que morreram e deixaram a droga comigo dentro da casa. São dois irmãos. Lamento mas não posso citar o nome deles porque acabei com a minha vida. Só tenho a declarar que esse negócio não é meu. Não assumo isso aí não”
disse Maria Eduarda em depoimento.
Polícia acredita que jovem teria sido morta em tribunal do crime; corpo não foi encontrado
Após a prisão, a jovem chegou a se mudar para o litoral paulista em uma tentativa de recomeçar a vida. No entanto, conforme a investigação, ela teria sido capturada por uma facção criminosa. Desde então, não há informações sobre o paradeiro do corpo da jovem.
Relembre o caso
Maria Eduarda teria sido morta em um ‘tribunal do crime’ do Primeiro Comando da Capital (PCC) no Guarujá, no litoral de São Paulo, por suspeita de integrar a facção rival Comando Vermelho (CV).
Nas redes sociais, ela costumava postar fotos com armas de fogo ou com o rosto coberto com balaclava e fez referência ao Comando Vermelho. Nas imagens, projéteis formavam as letras C e V ao lado de dois revólveres e um carregador.
Segundo informações da polícia de São Paulo, a facção rival encontrou a jovem e a sequestrou. Foi então que declararam a pena de morte para a vítima.
Quatro pessoas foram presas suspeitas de ter envolvimento com o crime. O corpo da jovem ainda não foi encontrado. Polícia procura outros envolvidos.
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