Amigos do vice-cônsul do Grêmio em Curitiba, Gustavo Pavanatto, de 32 anos, estão chocados com o crime que aconteceu na madrugada desta quarta-feira (31). O rapaz foi assassinado a tiros quando deixou um bar na Rua João Betega, no bairro Portão, onde assistiu a derrota do Grêmio para o River Plate pela Copa Libertadores.

Em entrevista à Banda B, o cônsul do Grêmio em Curitiba, Jean Flores, disse como o crime aconteceu. “O jogo acabou e ele foi para o carro. Recém tinha tirado o dinheiro para o guardador de carros e o cara saiu de trás do muro. Sem falar nada, simplesmente descarregou a pistola e foi embora em um carro branco”, descreveu.

Segundo Flores, foram momentos de terror depois dos tiros. “Eu estava dentro do carro, com a minha esposa, e a gente ouviu os estouros. Achamos até que era algum colorado tirando sarro do Grêmio, mas aí vimos o Gustavo caído no chão. Foi um desespero de todos”, lamentou.

De acordo com o cônsul, Gustavo era um rapaz muito tranquilo. “Ele é quase um irmão para mim. Estávamos juntos ontem o dia inteiro, preparando as coisas para o jogo do Grêmio. Nunca se envolveu em nada, sempre um rapaz tranquilo, solteiro e amigo. Estamos tentando achar uma explicação para isso”, afirmou.

Gustavo era bacharel em Direito. Amigos postam mensagens de luto e homenagens nas redes sociais. O caso é investigado pela Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa.