(Foto: Banda B)

O advogado de um dos irmãos Purkote, Ricardo Dewes, desqualificou o depoimento da jovem que identificou o seu cliente como o responsável por dar a faca a Edison Brittes, usada minutos depois para matar o jogador Daniel Correia de Freitas, de 24 anos, no dia 27 de outubro, em São José dos Pinhais, região metropolitana de Curitiba. “Aquela que comeu (cozinhou) estrogonofe depois do crime? O depoimento dela não tem credibilidade”, disse em entrevista à Banda B, na manhã desta quarta-feira (14).

No depoimento da jovem, que ‘ficou’ com Daniel durante a festa de Allana em uma boate no bairro Batel, um dos irmãos Purkote é apontado como participante do crime, tendo inclusive agredido Daniel. “Isso não é verdade. Não aconteceu. Vim aqui hoje para saber sobre o andamento do inquérito. Estamos indo ao Fórum para descobrir se de repente há ou não um mandado de prisão contra o meu cliente.”, afirmou Dewes.

Segundo o advogado, os irmãos gêmeos, que estavam na casa da Família Brittes no dia do assassinato, estão apreensivos. “Muito nervosos e com medo que uma injustiça seja cometida. São dois irmãos, jovens, de família boa, vítimas de tudo isso. Estavam na hora e no local errado”, concluiu.

O caso

O jogador Daniel Correa Freitas, de 24 anos, foi encontrado morto na manhã de 27 de outubro, na zona rural de São José dos Pinhais. Ex meia de Coritiba e São Paulo, ele atualmente atuava no São Bento, time da série B do Campeonato Brasileiro. De acordo com a polícia, ele estaria em uma festa e foi morto após enviar fotos de Cristiana Brittes para amigos em um grupo de WhatsApp.