(Foto: Reprodução Facebook)

O advogado Cláudio Dalledone, que represente Edison Brittes, o Juninho Riqueza, de 38 anos, afirmou à Banda B, na tarde desta quinta-feira (8), que a versão de uma possível ‘orgia’ no quarto dos Brittes é uma ‘canalhice’. De acordo com Dalledone, o empresário não pediu para o jogador manter relações sexuais com a esposa, Cristiana Brittes, de 35 anos, antes de começar a agredi-lo.

A versão da ‘orgia’ não é oficial e não consta no depoimento de nenhuma das testemunhas ouvidas até o momento. Para Dalledone, é mais uma prova que isso não existiu. “Eu vejo que é uma ‘fakenews’, uma maldade, falta de vergonha na cara. É uma atitude canalha. Isso não existe e é apenas uma especulação criminosa”, disse.

Questionado sobre as contradições nos depoimentos, o advogado afirmou que tudo já foi esclarecido. “Ontem foram sanadas as contradições, agora você tem que procurar isso no lote das outras testemunhas, orientadas pelos advogados. O que o Edison fez, foi para proteger aqueles meninos. Para a autoridade constituída, ele disse que não arrombou a porta e quem fez isso foi outra pessoa”, concluiu.

15 Minutos

Em reportagem sobre o caso, a Banda B questionou o intervalo de 15 minutos entre uma foto e outro enviada por Daniel, na qual ele dizia que manteria relações com a mãe da aniversariante e que o marido dela estava na casa. Sem mostrar medo por isso, o jogador voltou a falar com o amigo 15 minutos depois, dizendo que tinha mantido relações sexuais com Cristiana.