O diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, afirmou nesta sexta-feira (13/11) que a interrupção dos testes da Coronavac, vacina desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac em parceria com o Butantan, “não teve efeitos práticos sobre o estudo”, apenas política pela forma como ocorreu.

 

Dimas Covas. Foto: Rafaela Felicciano/Metrópoles

 

“Sou grato à Anvisa por essa agilidade, pela compreensão, e os estudos foram retomadas. Os estudos prosseguem. Essa suspensão temporária não teve efeitos práticos sobre a estudo. Na verdade, os efeitos maiores foram políticos pela forma como aconteceu”, declarou Covas, em audiência pública na Comissão Mista sobre a Covid-19.

O diretor do Butantan, todavia, afirmou que não havia a necessidade de a Anvisa interromper os estudos, visto que houve a comunicação de “evento adverso” não relacionado à vacina assinado e atestado pelos pesquisados do centro e dos comitês de ética, e não “reação adversa”.

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