Neurologistas, pacientes, familiares e associações do mundo inteiro acompanharam com ansiedade uma reunião realizada no dia 6 de novembro pelo Food and Drug Administration (FDA), a agência responsável por aprovar e regular os medicamentos nos Estados Unidos.

A pauta do encontro era a avaliação do aducanumabe, medicamento criado para tratar o Alzheimer, um dos tipos de demência mais comuns no mundo.

Desenvolvido pelas farmacêuticas Biogen e Eisai, o remédio é um anticorpo monoclonal aplicado uma vez ao mês por meio de infusões na veia. Se aprovado, ele custaria algumas dezenas de milhares de dólares por dose.

 

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O FDA reuniu um painel de especialistas independentes, para que eles pudessem analisar os resultados dos estudos clínicos e ajudassem a agência a definir se a molécula deveria ser aprovada para prescrição pelos neurologistas.