Da Redação

Números divulgados recentemente revelam um quadro preocupante. Curitiba e região metropolitana estão acima da média nacional quando o assunto é o sobrepeso. Mais de 51% da população da Grande Curitiba, entre homens e mulheres, está gordinho. A farta opção gastronômica, o frio que leva as pessoas a comerem mais e até a falta de opções de lazer ao ar livre podem estar entre os fatores, mas não tanto quanto a educação alimentar de cada um.

Além disso, as promoções, na qual você compra uma batata média e ‘só’ com R$ 0,25 a mais consegue uma grande. te levam a comer demais, porque o pode aquisitivo do brasileiro melhorou, dizem os especialistas.

Não é fácil

debateObesidade foi o tema do debate desta semana (Foto: Geovane Barreiro – Banda B)

Conviver com a gordura localizada é difícil. Ir até o espelho e perceber que perder aqueles quilos está impossível causa desanimo. Existem soluções como dietas, idas a academias e também reeducação alimentar. O problema é quando isso não é mais suficiente e a obesidade se torna um problema que pode levar até a morte.

O vilão deixa de ser a gordura ou a balança e passa a ser a pressão alta, os problemas gastrointestinais, entre outros. Muitos nessa situação optam por cirurgias de redução de estômago, que podem mudar vidas, mas não sozinhas.

É necessário que o paciente esteja ciente de sua responsabilidade, do que deve fazer após passar pela mão dos cirurgiões e de como tocar a vida a partir dessa mudança. Uma mudança boa, que vem para o bem, mas que também é drástica.

Quando devo optar pela cirurgia? Por que os curitibanos estão acima da média nacional? Como após a cirurgia perde a mentalidade de gordo? Quais as dicas para quem quer emagrecer sem deixar de se alimentar?

Para debater o tema, recebemos nos estúdios o médico João Caetano Marquezine, especialista em cirurgia do aparelho digestivo, e a nutricionista Cristane Vítola.

Ouça abaixo o programa na íntegra:

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