Foi em julho de 2016 que a advogada Suzane de Castro, de 60 anos, descobriu que estava com câncer. Por conta de uma tosse persistente, ela procurou um pneumologista, e já no primeiro exame apareceu um tumor de sete centímetros no pulmão direito.

Laboratório da BMS, que tem imuno-oncológicos no mercado brasileiro; medicamento se concentra na defesa do organismo (Foto: ROBERT BRUSCHINI)

 

O passo seguinte foi a realização de um teste mais específico, o pet scam (tomografia computadorizada por emissão de pósitrons), e nele foi constatado metástase, quando a doença se espalha para outras partes.

“Nesse ponto, a cirurgia já não era mais uma opção para o meu caso. A médica, a doutora Andrea Kazumi Shimada, oncologista do Hospital Sírio Libanês, indicou inicialmente quimioterapia. Fiz durante cinco meses, de julho a dezembro, mas o efeito não foi o esperado. Em janeiro de 2017, ela optou por mudar o tratamento, para a imunoterapia”, recorda.

Após um ano e meio fazendo o procedimento a cada 21 dias, os exames da advogada mostraram que os pequenos tumores de metástase haviam sumido e que o tumor principal tinha diminuído para quase um terço do tamanho.

Em julho de 2018, ela retirou metade do pulmão. Hoje, continua fazendo acompanhamento.

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