Da Redação
Um momento que deveria ser extremamente feliz de repente se torna um pesadelo para a mulher: o nascimento de um filho. Quando as crises de choro e o sentimento de tristeza e desesperança substituem a alegria por muito tempo, algo não está bem. É sinal de que a nova mãe pode estar sofrendo de depressão pós-parto.
(Foto: Thinsktock)A doença não afeta só a relação dela com o filho, mas toda a vida da mulher. De repente, ela não consegue mais cuidar do bebê ou dar conta das atividades diárias. Pesquisas mostram que em torno de 10% a 15% das novas mães desenvolvem essa patologia.
De acordo com o ginecologista e obstetra Wagner Aparecido Barbosa Dias, coordenador do Mãe Curitibana, muitas vezes as gestações não são programadas, o que pode causar uma série de transtornos emocionais para a mulher.
“Ela se vê, com frequência, sem o apoio familiar ou do companheiro. Em alguns casos, essa pessoa pode atentar contra a vida do bebê ainda no útero. Por isso, é importante que ela saiba que existe um planejamento efetivo e que a melhor forma de se prevenir contra a depressão pós-parto é evitar a gravidez indesejada”, comentou ele durante o Banda B Rádio Debate deste domingo (13).
Junto com a psicóloga e psicoterapeuta Márcia Dallagrana, e a endocrinologista do Hospital Vita, Daniele Zaninelli, o médico abordou a depressão pós-parto do debate de hoje. A apresentação é do radialista Geovane Barreiro.
Ouça o programa completo abaixo:
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