O Terminal de Campo Largo, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC), ganhou um novo bicicletário. Inaugurado nesta quinta-feira (14), a obra faz parte do Projeto Movimenta, idealizado pelo Instituto WF, para estimular o uso da bicicleta no perímetro urbano, garantindo um impacto mais profundo na mobilidade ativa e na sustentabilidade local.

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Foto: Divulgação.

A construção de bicicletários nos principais terminais das cidades da Região Metropolitana de Curitiba, começando por Campo Largo, é uma ação amadrinhada pelo MOVA WF, segundo empreendimento residencial da incorporadora Weefor, que vai reverter 1,5% das vendas para gerar um impacto positivo na comunidade local.

“Precisamos colaborar com a construção da cidade na totalidade, por isso todos os nossos empreendimentos revertem parte das receitas das vendas para uma ação de responsabilidade social”

explica a CEO da Weefor, Maria Eugenia Fornea.

Uma pesquisa realizada pelo Instituto WF, em parceria com a Urbideias e voluntários dos cursos de arquitetura e urbanismo da FAE – Centro Universitário e Universidade Positivo (UP) constatou que a cidade de Campo Largo tem uma grande retenção populacional no entorno do terminal, com 32 mil pessoas por dia circulando no local, o que mostra que a presença de um novo bicicletário é de grande valia para a população, seja para pegar o ônibus a partir dali, ou mesmo para deixar a bicicleta no terminal e trabalhar ou estudar no entorno.

“O mundo está pensando na mobilidade urbana e com o bicicletário vamos investir na ciclomobilidade que é um excelente projeto para a nossa cidade. Com ele as pessoas vão poder deixar seu carro em casa e fazer a integração do transporte público com a bicicleta, locomovendo-se da casa para seu trabalho e vice-versa, aliviando ainda mais o trânsito nas vias. Isso é a mobilidade o futuro”

afirma o secretário de Ordem Pública de Campo Largo, Sr. Samir Moussa.

Mais da metade dos deslocamentos no ambiente urbano são de até 6km, um quarto é de até 1km, distâncias facilmente percorridas a pé ou de bicicleta.

“Para que isso se torne normal, bastam calçadas e infraestrutura cicloviária decentes, bem pensadas e de qualidade, que sejam convidativas e permitam ao cidadão se sentir seguro ao se deslocar por ali. Caminhar e pedalar, podem cobrir mais de 60% das viagens urbanas, além de contribuir com a saúde e qualidade de vida do cidadão”

garante Zé Lobo, diretor da organização Transporte Ativo.
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Foto: Divulgação.