A cidade de Piên, região metropolitana de Curitiba, distante a 87,7 km da capital, poderá ter reforço no policiamento nas eleições de 2020, que será realizada no próximo domingo (15). O pedido feito pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) foi encaminhado à Secretaria de Segurança Pública e as partes estão discutindo o que será feito para garantir tranquilidade durante o pleito.

Foto: AEN

O possível reforço se dá com base no fato de que o último prefeito eleito na cidade, Loir Dreveck, ter sido assassinado a tiros em dezembro de 2016, antes mesmo de assumir à Prefeitura de Piên. O atual candidato a prefeito na cidade, Gilberto Dranka, é apontado pelo Ministério Público (MP) como o mandate do assassinato de Dreveck. No fim de setembro, o Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR) determinou que ele vá à Júri Popular. Por sua vez, a defesa de Dranka afirma que isso não deve acontecer antes de meados de 2022.

Pedido

O pedido de reforço policial se deu inicialmente por parte da chapa que disputa a prefeitura com Dranka e não houve oposição por parte do Ministério Público do Paraná (MP), que acabou encaminhando o processo para decisão do Tribunal Regional Eleitoral (TRE). Inicialmente, o pedido era pela presença do Exército, mas o TRE entendeu ser necessário primeiro o Governo do Paraná informar se é possível ou não garantir a segurança do pleito.

Segundo o apurado pela Banda B junto ao Governo do Paraná, o pedido do TRE, feito no dia 29 de outubro, está sendo discutido neste momento e uma definição sobre o reforço policial será tomada em breve.