“Times Higher Education” coloca PUCPR entre as melhores do Brasil

Aroldo Murá

Waldemiro Gremski: dedicação de todos

No campus Rebouças, sede da Pontifícia Universidade Católica do Paraná, o reitor Waldemiro Gremski, o irmão Delson, presidente da mantenedora da universidade, e professores comemoram mais uma nova indicação da PUCPR pelo importantíssimo ranking inglês ‘Times Higher Education – Emerging Economies’. A instituição ficou em décimo primeiro lugar entre as organizações brasileiras de ensino superior. E em primeiro lugar no item pesquisa e impacto internacional, entre universidades privadas do Paraná.

378 FORAM AVALIADAS

A PUCPR acaba de conquistar a primeira colocação entre instituições paranaenses no ranking da Times Higher Education – Emerging Economies University 2018, que avaliou 378 instituições de ensino superior (IES) de 42 países emergentes.

Entre as IES brasileiras, a universidade conquistou a 11ª posição (empatada com mais 4 IES), entre públicas e privadas, ocupando posição 251-300 na colocação geral.

CINCO DIMENSÕES

Profª. Paula Cristina Trevilatto: planejamento vital

O ranking avalia cinco dimensões: ensino, pesquisa, internacionalização, inovação e citações, que representa a influência ou impacto internacional da pesquisa. Neste quesito, a PUCPR ficou em oitava posição nacional e 1ª colocada entre as instituições privadas.

INTERNACIONAL

No quesito “Perspectiva Internacional e Recursos da Indústria, que mede as publicações em colaboração internacional e capacidade de transferir conhecimento para a indústria, a PUCPR ficou em 13ª posição entre todas as IES brasileiras ranqueadas.

BUSCA EXCELÊNCIA

O resultado no ranking, segundo Waldemiro Gremski, reitor da Universidade, é motivo de muito orgulho. “Este é o resultado da dedicação de toda a comunidade acadêmica na busca pela excelência no ensino e na pesquisa, impulsionando o objetivo da PUCPR de se tornar uma universidade de classe mundial”, conta.

BOM PLANEJAMENTO

Para a pró-reitora de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação, Paula Cristina Trevilatto, esse posicionamento é o resultado de um planejamento estratégico institucional que investiu pesadamente na produção científica de impacto e na formação qualificada de seu corpo discente.

“O ranking representa o reconhecimento do comprometimento da comunidade acadêmica da PUCPR com o ensino, pesquisa e extensão, o que crescentemente fortalece a credibilidade e a reputação institucional”, conta.

TAMBÉM EM 2017

Em 2017, a PUCPR conquistou também a primeira colocação, no Paraná, no ranking mundial do Times Higher Education, versão mundial, ficando em 11ª colocada entre as brasileiras, empatada com outras 10 instituições de ensino e ficando na posição 801-1000.

A PUCPR também ficou na posição 41-45 no Latin America Times Higher Education, sendo a única paranaense entre as 50 mais bem ranqueadas da América Latina.

PUCPR: Biblioteca no campus Prado Velho

PRÉ-CANDIDATO PODE TUDO. SÓ NÃO PODE SER CANDIDATO

Marina Silva e Manuela D’Avila: na UniCuritiba

A menos de cinco meses da eleição e a Justiça Eleitoral determinada a mudar a aparência sem mudar a essência, inventou o pré-candidato candidato. Na prática, qualquer dos postulantes a um cargo público hoje pode apresentar propostas, promover reuniões, minicomícios, participar de debates em universidades, sindicatos e associações de classe, tomar cafezinho com eleitores, desfilar na Boca Maldita e, pasme, pegar criança no colo e beijar. Só não pode pedir voto. O termo deve ser substituído por “apoio”.

COM A LIGEIREZA DOS TEMPLOS

O surrealismo chegou a tal ponto que uma universidade particular, destas que pululam por aí, erguidas com a ligeireza herdada dos engenheiros de templos, promoveu um debate em conjunto com a Universidade Estadual de Ponta Grossa, Universidade Federal Paraná, UniCuritiba, Unibrasil, Uninter e Isulpar.

Na era da tecnologia, foi possível assistir ao debate ao vivo através de telão instalado nas respectivas instituições e receber perguntas da plateia presencial ou da virtual, via whatsapp. Nada mais simples. O público era formado principalmente por estudantes de direito, mas o coordenador de uma das faculdades achou por bem deixar a critério dos professores liberar ou não os alunos para o debate causando um bizarro “jus esperneandi” entre aqueles que queriam aula ou queriam debate.

EFEITO PRÁTICO DO “LEVIATÔ DE HOBBES

O caso seria facilmente resolvido com uma edição do “Leviatã” de Hobbes funcionando, não só na teoria, mas na prática, ao acertar o cocuruto do coordenador, sem corporificar o ato em lesão corporal. No fim das contas o que se viu, por força dos que votaram pela aula, foi um professor de ciência política defendendo a importância do debate político num momento em que a justiça eleitoral reduz ainda mais a campanha – de 3 meses para 45 dias.

O festival de incoerência foi tão pródigo que a aula tratou exatamente da participação política em decisões que vão além do voto em seus representantes, mas de fiscalização, cobrança e tudo aquilo que nos faz bailar e sacolejar risonhos na “grande festa da democracia”. Sem efeito prático, porque obtuso é o corpo docente que a advoga.

CODINOME “AVIÃO”

No primeiro dia da sabatina, houve a participação de Jorge Bernardi, da Rede, um político de inegável verve política, e de Piva, do Psol, um histriônico para dizer o mínimo, chamado às pressas para substituir a governadora Cida Borghetti, obrigada a cumprir agenda oficial.

No segundo dia, quando se tratou dos “candidatos federais”, que o coordenador considerou desimportantes, subiram ao palco do auditório da Unicuritiba, de onde as imagens estavam sendo geradas, a pré-candidata da Rede à presidência, Marina Silva, e a bela presidenciável do PCdoB, Manuela D´Ávila, também chamada de “avião” por seu suposto codinome na lista da Odebrecht.

NÃO É LÁ UMA HARVARD

Enquanto isso, na sala apertada de uma universidade particular, que não é assim nenhuma Harvard, discorria-se sobre a importância do voto obrigatório, sobre as manifestações de rua e, em breve, também sobre os movimentos populares com aulinhas práticas de como montar sua barraquinha de lona preta em qualquer lote disponível (ou não). Ó céus.


CARMEN MIRANDA NO TEATRO SESI PORTÃO

Carmen Miranda: um ícone importantíssimo

O Teatro Sesi Portão recebe o espetáculo “O que é que a Maria tem?”, da Cia Analgésica Adalgisa, nos dias 18, sexta, e 19, sábado, de maio, às 16 horas. A partir da biografia da cantora Carmen Miranda, ícone da cultura brasileira, a peça constrói uma fábula repleta de cores e musicalidade. Ingressos nos valores de R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia). A venda será feita no local com 1h de antecedência.

O QUE QUE A MARIA TEM

Ao ouvir os adultos perguntando “O que é que a Maria tem?”, a pequena Maria, nome de batismo da cantora Carmen Miranda, se põe a investigar quais são as suas qualidades, desejos e ideias. As peraltices de infância, a relação com os irmãos, com a música, com o rádio e com o carnaval estão presentes no fio condutor da narrativa.

IDENTIDADE BRASILEIRA

O espetáculo que metaforiza a formação identitária e o respeito às individualidades tem seu percurso desenhado a partir de um estudo sobre a vida e obra de Carmen Miranda, uma das principais artistas do século XX. Carmen é um nome importantíssimo para a construção e discussão da identidade brasileira, e vários elementos de sua biografia são apropriados para a construção deste espetáculo, que mescla a presença de atores e bonecos a partir de diversas técnicas de manipulação.


CANDIDATURAS (I)

RATINHO JUNIOR EM CURITIBA, REGIÃO METROPOLITANA E LITORAL

Ratinho Jr e vereadores de Curitiba

Após organizar sua pré-campanha no interior do estado desde março de 2017, Ratinho Junior começa seu trabalho em Curitiba, Região Metropolitana de Curitiba e litoral.

O deputado estadual quer o apoio dos vereadores não só politicamente, mas para ajudar na construção do seu plano de governo.

“Entre os vereadores, temos profissionais e técnicos de diferentes áreas como professores, advogados, engenheiros, profissionais liberais e ativistas, e queremos essa experiência e conhecimento no nosso plano.

Nosso grupo de trabalho já tem mais de 300 pessoas de diferentes áreas”, explica Ratinho Junior.

TOCAR CAMPANHA

Os vereadores do PV, PSC, PRB, PSD e PR devem ajudar a tocar a campanha de Ratinho Junior em Curitiba, nas diferentes regiões da cidade. Ratinho se colocou à disposição dos mesmos, e pediu o apoio de todos.

O vereador Bruno Pessuti falou em nome dos vereadores e afirmou o apoio da base. “Hoje, quase 50% dos vereadores de Curitiba já apoiam candidatura de Ratinho Junior”.

NOVAS PRÁTICAS

Felipe Braga Cortes falou do momento que vive o país e que novas práticas serão a única opção viável. Além disso, ele reforçou que este é um momento de ruptura.

ENXUGAMENTO

Ratinho Junior reforçou seu discurso de enxugamento do estado, com corte de Secretarias e fim do aparelhamento. Ele destacou, ainda, a importância da aliança construída com os partidos. “Fico muito feliz de ter construído um time que se integrou pelo projeto e sem acordos”, diz.

O vereador Professor Euler destacou que Ratinho Junior é um nome que pode dar orgulho para as pessoas.

(Assessoria de Imprensa de Ratinho Junior)


ESPECIALISTAS VÃO NARRAR O CASAMENTO REAL

Príncipe Harry e a noiva Meghan

A BandNews está anunciando nomes de especialistas que farão a cobertura do casamento real, a partir das 6 horas deste sábado, 19.

O curioso é que, em meio a nomes como o de Cláudia Matarazzo, especialista em etiquetas, até um reverendo episcopal da paróquia de Todos os Santos, de São Paulo, participará do elenco.

Ao reverendo caberá explicar os simbolismos das bodas segundo a liturgia da Igreja Anglicana. Até para que, no meio das narrações, não se cometam asneiras misturando, por exemplo, igrejas pentecostais com a da Inglaterra. Elas são tão diferentes quanto água e vinho, mas normalmente são enquadradas no genérico “igrejas evangélicas”.


PADRE MARCELO: COM BENÇÃOS INDIVIDUAIS E SELFIES VETADOS

Padre Marcelo Rossi: bênçãos sob condições…

O Shopping São José, de São José dos Pinhais, vai receber um grande astro da música pop religiosa, padre Marcelo Rossi, em 5 de junho.

Normalmente simpático e sem o “vedetismo” de outros padres cantores, padre Marcelo, desta vez, terá barreiras em seu contato com o público, quando estiver lançando o seu mais recente livro – “Metanoia”: só poderão receber a benção individual dele os que estiverem com um exemplar do livro em mãos; e estarão proibidas as “selfies”; fotografias só as que um fotógrafo contratado fizer.

A bem da verdade, a fotos estarão depois disponíveis num site de uma livraria, grátis.

Pois é.


DOS LEITORES

HINÇA CONTINUA NO PSD

Roberto Hinça: desde a fundação

Caro jornalista,

Faço esse contato para pedir ao ilustre jornalista que, se possível, corrija uma informação equivocada divulgada em seu Blog no dia 2/5, em matéria relativa à posse do Secretário Trabalho Paulo ROSSI. Nela constou foto minha e foi afirmado que eu teria saído do PSD partido ao qual pertenço desde sua fundação (ainda nos tempos em que eu era vereador de nossa Curitiba).

Ontem à noite, terça, o DEP Ney Leprevost me disse ter lido em seu blog e, como isso não é verdade, esclareço: além de pertencer ao PSD, sou o Vice-Presidente da Executiva da Capital, da qual Ney é Presidente; estou nesse cargo desde a fundação do partido, em 2011.

ROBERTO HINÇA, deputado estadual, Curitiba


OPINIÃO DE VALOR

9 PERGUNTAS QUE SÓ A ORDEM DE MALTA PODE RESPONDER

Jesús Colina (*)

Ordem de Malta

Uma comunidade religiosa com uma história e um presente surpreendentes

1- Sendo uma Ordem militar, tem armas e soldados?

Hoje não tem exército, mas…

A Soberana Ordem Militar e Hospitalaria de São João de Jerusalém, de Rodas e de Malta – conhecida como Ordem de Malta –, é também a mais antiga Ordem de Cavalaria que ainda existe nos dias de hoje.

Nos primeiros tempos, a Ordem teve de se converter em militar para proteger os peregrinos e os doentes, e para defender os territórios cristãos na Terra Santa. Depois da perda de Malta (1798), a Ordem deixou de exercer essa função e hoje só mantém as tradições militares.

Tradicionalmente, os Cavaleiros da Ordem vinham de famílias nobres do mundo cristão. Hoje em dia, continua sendo uma Ordem de Cavalaria, porque manteve os valores da nobreza. Mesmo que a maioria de seus membros já não venha de antigas famílias nobres, são admitidos na Ordem por mérito e respeito à Igreja e à Ordem.

Escudo da Ordem de Malta

2- É um Estado?

Ainda que isso pareça incrível, sim, é.

A Ordem de Malta mantém relações diplomáticas com 107 países, nos cinco continentes. Seu grão-mestre é considerado pelos governos desses países como Chefe de Estado.

Tem o reconhecimento de observador permanente na ONU e perante 16 organizações internacionais, como a FAO e a UNESCO.

As relações diplomáticas permitem que a Ordem possa intervir com rapidez e eficácia em casos de desastres naturais ou conflitos bélicos. Devido a sua neutralidade, imparcialidade e caráter apolítico, a Ordem pode atuar como mediadora quando um país solicita sua ajuda para resolver uma disputa.

Giacomo Dalla Torre, grão-mestre da Ordem de Malta

3- É uma ONG?

Sim, mas não só…

A Ordem de Malta trabalha em mais de 120 países no campo da assistência médica e social e de ajuda humanitária. Tem hospitais, centros médicos, ambulatórios, residências para idosos e pessoas com necessidades especiais, e centros para doentes terminais.

O Ordem tem ainda um ramo chamado Malteser Internacional, que atua perante catástrofes naturais e conflitos bélicos. Um Comitê Internacional da Ordem trabalha no tratamento da lepra, doença que segue atingindo diversas partes do mundo. Também atua em iniciativas de favor de mães e crianças vítimas de HIV em países pobres.

Na crise de imigrantes no Mediterrâneo, a Ordem resgatou e salvou 53.712 vidas humanas. Todo trabalho da Ordem se realiza sem distinção de raça, fé ou condição, seguindo o mandamento cristão de ver Cristo em toda pessoa que sofre.

Socorre vítimas de catástrofes e guerras

4- É uma Ordem religiosa como os jesuítas ou os dominicanos?

Sim, mas…

A Ordem nasceu em Jerusalém ao redor de 1048 como uma comunidade monástica inspirada em São João Batista. Seu fundador foi o monge beneditino Gerardo, beatificado pela Igreja. Esta comunidade administrava uma hospedaria para cuidar e albergar os peregrinos em viagem à Terra Santa. Em 1113, foi reconhecida formalmente pela Igreja como Ordem religiosa.

Ainda que a Ordem de Malta não seja exclusivamente uma instituição religiosa – como os beneditinos, os jesuítas etc –, até antes da perda da ilha de Malta (1798), a maior parte dos seus membros era formada por religiosos que haviam professado os votos de pobreza, castidade e obediência.

Sem ser sacerdotes, hoje ainda alguns membros são “cavaleiros professos” que, através dos votos de castidade, pobreza e obediência, elegeram viver uma vida monástica. Outros cavaleiros e damas pronunciaram o voto de obediência.

No entanto, a maior parte dos 13.500 membros da Ordem (cavaleiros e damas) são leigos que estão dedicados ao exercício das virtudes e da caridade cristã.

A missão da Ordem está definida em seu lema “tuitio fidei et obsequium pauperum”, quer dizer, a defesa da fé e o serviço aos pobres e necessitados.

Beato Gerardo, fundador da Ordem de Malta

5- Sua sede está em Malta?

Não. Sua sede está em Roma

Depois da perda da ilha de Malta, a Ordem se estabeleceu em Roma. De fato, suas duas sedes em Roma não pertencem nem à Itália nem ao Vaticano. São extraterritoriais, formando um território soberano da Ordem.

Trata-se do Palácio Magistral, na famosa Via dei Condotti 68 – onde reside o grão-mestre e se reúnem os órgãos de governo – e a Villa Magistral, no monte Aventino.

A cúpula da Basílica de São Pedro vista através da porta da Villa Magistral, no monte Aventino, em Roma.

6- Precisa de título de nobreza para entrar na Ordem?

Não. Mas alguns superiores possuem títulos de nobreza.

A única maneira de se tornar membro da Ordem é por convite. Só podem ser admitidas pessoas de moralidade reconhecida, católicos batizados, que vivam de forma cristã e que tenham realizado méritos relevantes para a Ordem e suas obras.

Por outro lado, qualquer pessoa pode se apresentar como voluntária para colaborar na obra humanitária, cultural e cristã da Ordem.

Porém, por sua tradição de nobreza, ainda hoje existem cargos de particular responsabilidade, como o de grão-mestre, que exigem que o candidato conte com títulos de nobreza.

7- A Ordem tem muito dinheiro?

Sua obra é financiada com doações e subsídios

Uma obra humanitária de tamanho porte consegue-se financiar principalmente através de seus membros e de doações privadas.

O financiamento de hospitais e atividades médicas varia em cada país, podendo haver convênios e parcerias com agências de saúde.

Nos países em desenvolvimento, as atividades frequentemente são financiadas mediante ajuda econômica concedida por governos, a Comissão Europeia e outras organizações internacionais. Outros fundos provêm de doações ou de ajudas de benfeitores.

8- Se é um Estado, tem moeda própria?

Sim. E são objeto de colecionadores.

A Ordem emite regularmente novas séries de moedas em seu próprio sistema monetário: 1 Escudo = 12 Tari = 240 Grani.

O câmbio em euros é: 1 Escudo = 0,24 Euro; e 1 Tari = 0,02 Euro;

A moeda é cunhada pela própria Ordem de Malta, que também emite selos, por sinal, muito buscados por colecionadores.

Moeda de ouro de cinco escudos da Ordem de Malta
4 selos de valor de 2 euros cada um, emitidos pela Ordem de Malta.

9- Existem outras ordens de Malta?

Quando assim se denominam, são falsas!

Segundo um comitê da Ordem, há no mundo mais de 30 organizações que tentam se passar falsamente por associadas à Ordem de Malta, tentando assim desfrutar de seu prestígio.

(*) Jesús Colina, em 16/05/2018, para Portal Aleteia (https://pt.aleteia.org/2018/05/16/9-perguntas-que-so-a-ordem-de-malta-pode-responder/)

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