O advogado Luis Felipe Cunha e o empresário Ricardo Guerra são, respectivamente, o 1° e 2° suplentes do senador Sergio Moro (União Brasil). Ambos faziam parte do rol de investigados nas ações propostas pelo PT e PL rejeitadas ontem (21), por unanimidade, no julgamento no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

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Mais discretos, óbvio, com menos holofotes que o ex-juiz da Lava Jato, os suplentes extravasaram ontem após a proclamação do resultado na Corte Eleitoral. Ambos foram para as redes sociais para fazer uma espécie de desabafo e subiram o tom — contrastando com a postagem mais sóbria de Sergio Moro. As manifestações de Cunha e Guerra chegaram aos Palácios do Planalto e Iguaçu e a reação não foi das melhores.

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Suplentes de Moro sobem o tom após julgamento no TSE

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