Entre 2018 e 2020, o Senado autorizou cursos e pagou por eles no Brasil, na Alemanha, em Portugal e na Espanha. Ao todo, pelo menos 15 servidores pediram afastamento – integral ou parcial – para frequentar aulas de doutorado ou mestrado.

Universidade de Brasília (UnB), Fundação Getúlio Vargas (FGV), Instituto Universitário de Lisboa, Universidade de São Paulo (USP) e Universidade Autônoma de Barcelona, entre outras, estão entre os destinos.

Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

Os dados fazem parte de um levantamento do Senado, encomendado pelo Metrópoles, após o presidente da Casa, senador Davi Alcolumbre (DEM-AP), ter autorizado a despesa de um doutorado para a diretora do órgão, Ilana Trombka, há três semanas.