O governador Ratinho Junior falou hoje (30), em entrevista à emissora Record, sobre o uso da ferramenta israelense contratada pela Polícia Civil, em 2019, e da presença do marroquino Mehidi Mouazen na Direção de Inteligência e Informações Estratégicas da Controladoria Geral do Estado (CGE).

ratinho junior governador do paraná
Foto: José Fernando Ogura – AEN

Sem citar nomes, Ratinho relembrou o caso do policial civil Délcio Rasera, que foi preso cerca de um mês antes da eleição de 2006 na operação Pátria Nossa deflagrada, na época, pela PIC (Promotoria de Investigação Criminal  — que hoje é o Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), do Ministério Público Estadual. Rasera tinha cargo em comissão na Casa Civil no governo de Roberto Requião.

O modus operandi de Rasera era arcaico — se comparado com a tecnologia hoje empregada. A PIC conseguiu comprovar que a equipe de Rasera instalava aparelhos de escuta em caixas telefônicas. Técnicos instalavam gravadores que registravam ligações feitas para algumas linhas.

Na época, suspeitava-se que a quadrilha oferecia serviços para empresários, advogados, políticos e autoridades públicas, realizando escutas sem autorização judicial de telefones móveis e fixos. Ele foi condenado há mais de 20 anos de prisão e recentemente foi detido após o esgotamento de todos os recursos judiciais.

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Ratinho relembra caso Rasera e diz que vai manter Mouazen na CGE

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