De acordo com a coluna de Lauro Jardim, no Globo, deste domingo (27), Fabrício Queiroz, ex-PM e assessor do senador Flávio Bolsonaro, vai assumir a culpa de tudo.

Queiroz impôs apenas uma condição para ir para o sacrifício: que sua mulher, sua filha e sua enteada se livrem de quaisquer encrencas. Nada pode respingar nelas.

Flavio e Queiroz – redes sociais

Não foi à toa, portanto, que Flávio na semana passada lançou um pepino na conta Queiroz.

Via nota oficial, escreveu: “A funcionária que aparece no relatório do Coaf foi contratada por indicação do ex-assessor Fabrício Queiroz”.

A coluna informa ainda que o Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) estima que até a Semana Santa, portanto, meados de abril, decide o caso que envolve Flávio Bolsonaro e outros 26 deputados estaduais, além de seus assessores.

Ou seja, define se a investigação prossegue ou se será arquivada.

Lauro Jardim afirma também que, durante a crise, o presidente Jair Bolsonaro tem ligado várias vezes por dia para falar com o filho.

Defesa

A defesa de Fabrício Queiroz enviou a seguinte nota oficial ao colunista:

A defesa técnica de Fabrício Queiroz mais uma vez repudia qualquer suposição a respeito de seus esclarecimentos acerca dos fatos sob investigacao que, insista-se, serão prestados as autoridades competentes tão logo tenha acesso ao inteiro teor destas e, também, sua saúde permita. É importante, ainda, registrar que tal informação também não faz qualquer sentido do ponto de vista jurídico, já que ele não responde por qualquer crime, mas tão somente está sendo investigado por suposta movimentação atípica, que por si só não constitui qualquer ilicitude, reafirmando, por fim, que não cometeu qualquer crime ao longo da sua vida pessoal e profissional e, portanto, não teme qualquer investigação isenta sobre qualquer fato que o envolva”, diz a nota.

A coluna manteve a informação publicada.