O ex-governador Ciro Gomes se envolveu em mais uma polêmica ao supostamente agredir um homem que o chamou de “bandido engravatado”, em um evento em Fortaleza, no Ceará, no domingo (3). Mas essa não é a primeira vez que o político escolheu a agressão como resposta a provocações.

Em 2022, durante uma feira agropecuária em Ribeirão Preto (SP), enquanto disputava as eleições para presidente do Brasil, Ciro proferiu ofensas e discutiu com apoiadores de Jair Bolsonaro, chamando o então candidato a re-eleição de “ladrão nazista”, e chegou a dar um soco em um deles.
Nas redes sociais, Ciro disse que sofreu “insultos e tentativas de agressão física por militantes bolsonaristas” ainda “atacando com forte conotação racista sua origem cearense”.

Quatro anos antes, em mais uma disputa para o mais alto cargo do poder executivo, o ex-governador agrediu com um tapa no pescoço o ex-deputado de São Paulo Arthur do Val, durante o Fórum da Liberdade, em Porto Alegre, após ser questionado a respeito de suas declarações.

Ainda em 2018, Ciro empurrou e agrediu verbalmente um jornalista, que trabalhava na campanha de Romero Jucá ao Senado, durante uma coletiva em Boa Vista, Roraima.

Em 2016, Ciro e o irmão, Cid Gomes, se envolveram em uma discussão com manifestantes contrários à indicação de Lula a ministro-chefe da Casa Civil, feita na época por Dilma Rousseff.
Ciro mandou os manifestantes “irem para casa e estudarem história”, e chamou eles de “covardes e fascistas”, além de proferir ofensas a Lula.

Três anos antes, quando era secretário da saúde do Ceará, Ciro foi filmado discutindo com manifestantes da Universidade Estadual do Ceará (Uece). Durante a discussão, o então secretário tomou e rasgou o cartaz de um dos participantes do protesto.
