Dos 15 deputados e senadores que pleiteiam a sucessão de Rodrigo Maia (DEM-RJ) na Câmara e de Davi Alcolumbre (DEM-AP) no Senado, 13 são citados ou réus em processos e inquéritos. A maioria é investigada pelo crime de caixa dois em campanhas eleitorais; outros são alvo de diligências por fraudes em licitações e desvio de dinheiro público em cargos anteriores.

Foto: EBC

Apesar da profusão de nomes que aparecem nas bolsas de apostas, a disputa interna no Congresso, que acontecerá no dia 1º de fevereiro de 2021, deve começar a se afunilar já em dezembro.

Veja abaixo as investigações dos principais nomes para a sucessão nas duas Casas:

Câmara

Foto: Divulgação/Câmara dos Deputados

1 – Aguinaldo Ribeiro (PP-PB): o aliado de Maia é réu, desde 2019, em investigação iniciada no ano de 2015, no âmbito da Lava Jato. Na ação que apura esquema de corrupção na Petrobras, ele é suspeito de lavagem de dinheiro, corrupção passiva, formação de quadrilha e improbidade administrativa. Ribeiro também é citado, junto com o também candidato Arthur Lira (PP), em inquérito da Polícia Federal, que investiga “pedágio” cobrado de hospitais e fornecedoras de insumos hospitalares que mantinham convênio com a GEAP, seguradora que gerencia os planos de saúde do funcionalismo público.

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