Foto: Divulgação AnPR

Foi negado nesta quarta-feira (21) o pedido de habeas corpus da defesa do ex-governador do Paraná, Beto Richa, preso desde a última segunda-feira (19) pela Operação Quadro Negro. Essa é a terceira vez que o político é encaminhado à prisão pelo Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado, o Gaeco.

A liminar expedida hoje pelo juiz Mauro Bley Pereira Junior afirma que “a decretação da prisão preventiva está devidamente fundamentada e atende às peculiaridades do caso”, entendendo que não há a presença de novos elementos capazes de suspender a prisão de Richa.

Na decisão do magistrado, ele ainda cita que foi informado pelo  vice-diretor do Complexo Médico Penal, Thiago Manrich Rubin, de que o ex-governador “se encontra separado dos demais presos, que o local onde o paciente está detido possui condições adequadas de higiene”, recebendo alimentação e visitas regularmente, tendo todos os direitos constitucionais respeitados. Pereira Junior encerra a nota reiterando que Beto Richa segue em cela individual.

Com a liminar, ele continuará apreendido no Complexo Médico Penal de Pinhais. O pedido de transferência para a sede do Regime Coronel Dulcídio também foi negado.