O prefeito de Curitiba, Rafael Greca (PSD), diz que seu nome não está na lista daqueles que estão de olho na cadeira do senador Sergio Moro (União Brasil), alvo de uma ação judicial que pode cassá-lo.

O nome de Greca é ventilado por correligionários para uma eventual eleição suplementar, mas o próprio prefeito afirma que “não gosta de Brasília”.

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Foto: José Fernando Ogura/SMCS

“Falam sempre que querem que eu seja senador porque eu tenho facilidade de falar e que eu seria um bom tribuno, mas eu não gosto de Brasília. Eu gosto de morar em Curitiba e quero continuar trabalhando com Curitiba e com Paraná”, diz Greca, ao ser questionado pela coluna Painel, da Folha de S.Paulo, nesta sexta-feira (15).

Em fim de mandato na prefeitura, Greca diz que o plano para 2024 é eleger seu vice, Eduardo Pimentel (PSD), nas urnas de outubro. “O próximo passo é eleger Eduardo a prefeito para que meu legado possa ser ampliado por mais quatro ou oito anos”, diz.

Sobre 2026, contudo, o prefeito reconhece disposição em participar do pleito ao governo do Paraná. “Talvez um cargo no Executivo eu pleiteie, mas para isso precisa combinar com os russos, né? Tem que combinar com o povo. O verdadeiro líder vai atrás do seu povo”, afirma.

Greca é aliado do atual governador do Paraná, Ratinho Junior (PSD), que conclui seu mandato no Palácio Iguaçu em 2026. Ele já foi eleito três vezes prefeito de Curitiba. O primeiro mandato foi ainda no início da década de 1990. Na disputa de 2000, ele se reelegeu.

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Greca descarta disputar vaga de Moro e admite tentar governo do PR em 2026

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