Após as ironias feitas pelo presidente Jair Bolsonaro (em partido) em relação à tortura sofrida pela ex-presidente Dilma Rousseff, quando ela esteve presa pela ditadura militar, 23 ex-presas políticas e vítimas da ditadura militar, entre elas colegas de cela de Dilma no antigo presidio Tiradentes, em São Paulo, entregaram aos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e a integrantes do Congresso Nacional uma carta manifestando solidariedade à ex-presidente.

Na carta, elas pedem que as duas instituições tomem as “providências cabíveis” diante das agressões feitas por Bolsonaro.

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

A carta foi endereçada nesta terça-feira (29/12). Em um trecho, as mulheres apontam a atitude de Bolsonaro como “irresponsável” e “incompatível” com o cargo de presidente da República.

“Em mais uma atitude irresponsável e incompatível com o cargo que exerce, o presidente mais uma vez faz apologia à tortura e humilha as vítimas torturadas a quem o Estado brasileiro já anistiou e pediu desculpas pelas violências cometidas”, diz o texto da carta, assinada pelas militantes contra a ditadura militar.

“Nós mulheres, ex-presas políticas, que nos rebelamos e resistimos contra o autoritarismo da Ditadura Civil Militar que impuseram à sociedade brasileira naquele período, vimos repudiar estes atos e demandar que as instituições democráticas do Estado Brasileiro tomem as providências cabíveis”, questionam.

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