O governador de Goiás e pré-candidato à Presidência da República, Ronaldo Caiado (PSD), afirmou que estará com o governador do Paraná, Ratinho Junior (PSD), apoiando suas decisões para a campanha eleitoral de 2026.

A fala ocorre em meio a divisões internas no partido, com integrantes da sigla que não apoiam o nome de Caiado na disputa nacional. Exemplo disso é a pré-candidata ao Senado, Cristina Graeml (PSD), que deve apoiar Flavio Bolsonaro (PL).
Ele avalia que divergências internas e convergências com outros partidos são comuns e deu como exemplo disso o caso de São Paulo, onde tanto o projeto do PSD quanto do PL devem apoiar a candidatura de Tarcísio de Freitas ao governo. As declarações foram feitas em entrevista ao Jornal da Manhã da Jovem Pan News nesta sexta-feira (17).
Caiado também apontou que, apesar de casos como o de Graeml, o PSD “tem a maior estrutura de prefeitos no país, uma musculatura de deputados e de senadores“, disse. Dessa forma, ele não está preocupado com divergências e apoiará no Paraná quem Ratinho Junior apoiar.
Eu estarei no palanque com o Ratinho Júnior. Onde for o palanque do Ratinho eu estarei com ele.
Disse Ronaldo Caiado
Caiado critica PT e elogia Ratinho Júnior no Paraná
Ao comentar o cenário político no Paraná, Caiado fez críticas ao Partido dos Trabalhadores (PT) e elogiou gestões estaduais alinhadas ao seu campo político.
Aqui em Goiás e aí no Paraná, o PT não terá espaço nos próximos 100 anos, porque ao se ter boa gestão de governo o PT não é mais opção.
Declarou Ronaldo Caiado
Por outro lado, o pré-candidato também criticou o PL citou o desempenho eleitoral de governadores aliados como argumento.
Se o PL não conseguiu ir para reeleição ele mostrou problema, porque quando você governa bem, você vai para a reeleição. Eu e Ratinho fomos para a reeleição, ganhamos no primeiro turno e temos toda condição de fazer a continuidade dessa política nos nossos Estados.
Finalizou
Rejeita ser vice de Flávio Bolsonaro
Ronaldo Caiado enfrenta dificuldades para formar palanques estaduais. Ele não terá apoio dos candidatos a governador do PSD ou dos nomes apoiados pelo partido nos quatro principais colégios eleitorais do País. Juntos, São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Bahia somam quase 50% dos eleitores.
Com essa perspectiva os entrevistadores questionaram se caso a candidatura não decole, existe possibilidade de compor como vice em uma eventual chapa com o senador Flávio Bolsonaro (PL), Caiado descartou a hipótese.
“As pessoas querem que o primeiro turno vire segundo”, disse, ao defender a pluralidade de candidaturas no início da disputa. Segundo ele, o cenário tende a mudar com o avanço da campanha.
O processo político é dinâmico. Quando você vai para o debate e vai mostrando resultado, a população vai abrindo os olhos e vai pensando: ‘aí eu acredito, aí realmente é história de vida. É uma pessoa que pode levantar a voz porque não está envolvido em corrupção.
Finalizou
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