O The Intercept comentou o pedido de demissão do cofundador do jornal Glenn Greenwald. O jornalista anunciou seu desligamento nesta quinta-feira (29/10), alegando que teria sido censurado pelo veículo de imprensa. O portal negou tê-lo censurado.

(Foto: Agência Brasil)

 

O jornal atacou Glenn ao afirmar que a narrativa apresentada pelo jornalista “está repleta de distorções e imprecisões”. O veículo defende que a demissão “deriva de um desacordo fundamental sobre o papel de editores na produção”.

“Glenn exige o direito absoluto de determinar o que publicará. Ele acredita que qualquer pessoa que discorde dele é corrupta e qualquer pessoa que pretenda editar suas palavras é um censor”, critica

Para o jornal, a acusação de Glenn é “absurda” e suas justificativas são “todas destinadas a fazê-lo parecer uma vítima, em vez de uma pessoa adulta fazendo birra”.

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