No mesmo mês em que um policial militar maranhense morreu após denunciar homofobia e tortura dentro da corporação, um sargento da Polícia Militar de Pernambuco (PMPE), abertamente homossexual, conseguiu direito à licença paternidade por seis meses, para cuidar da filha. Caso é inédito na PMPE.

“Mostrei que minha família existe e preferi não me esconder”, afirmou o sargento.

Foto: Reprodução/Redes Sociais

A bebê Sofia é filha do PM Valdi Barbosa com o professor de inglês Rafael Moreira, e foi fruto de fertilização in vitro com barriga solidária. A licença paternidade foi obtida após o PM protocolar um requerimento, que passou por diversas secretarias dentro da corporação, depois foi encaminhada a Secretaria de Defesa Social do estado. Então, foi parar na Procuradoria-Geral de Pernambuco.

O processo durou cinco meses, a tempo do nascimento da bebê Sofia. Junto ao período de férias do PM, o tempo total em que ele ficou afastado da corporação foi de oito meses. Ele conseguiu usufruir do benefício até o fim.

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