O Brasil registrou 678 óbitos pelo novo coronavírus nas últimas 24 horas. O país, assim, chega a 186.365 óbitos e a 7.212.670 de pessoas infectadas pelo novo coronavírus desde o início da pandemia.

Com o novo aumento, o país se coloca cada vez mais próximo de passar as 200 mil mortes antes do início de 2021.

Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

Os dados são fruto de colaboração inédita entre Folha, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do novo coronavírus. As informações são coletadas diretamente com as Secretarias de Saúde estaduais.

Além dos dados diários, a Folha também mostra a chamada média móvel. O recurso estatístico busca dar uma visão melhor da evolução da doença, pois atenua números isolados que fujam do padrão. A média móvel é calculada somando o resultado dos últimos sete dias, dividindo por sete.

De acordo com os dados coletados até as 20h, a média de mortes nos últimos sete dias é de 746, aumento de 31% em relação a 14 dias atrás. O país vem em uma tendência de alta de mortes já desde meados de novembro, com um breve intervalo de estabilidade.

Todas as regiões continuam com aumento da média móvel de mortes em relação a 14 dias atrás. Somente o Norte tem situação estável (com 13% de aumento).

Já o balanço divulgado pelo Ministério da Saúde neste sábado registrou 50.177 novos casos de contaminação pelo novo coronavírus no Brasil e 715 mortes em decorrência da doença nas últimas 24 horas. Desde o início da pandemia, foram 186.365 óbitos acumulados e 7.213.155 casos confirmados no país.

A iniciativa do consórcio de veículos de imprensa ocorre em resposta às atitudes do governo Jair Bolsonaro (sem partido), que ameaçou sonegar dados, atrasou boletins sobre a doença e tirou informações do ar, com a interrupção da divulgação dos totais de casos e mortes. Além disso, o governo divulgou dados conflitantes.