(Foto: Reprodução)

 

Adriana Moura Guimarães Lagoas tem 45 anos, é casada, mãe de um menino de 10 e trabalha como oficial de Justiça. Adora sorrir. Mas quem ouve suas risadas não imagina que, no ano passado, ela chegou a pensar em eutanásia — morte assistida e sem dor para doentes terminais, considerado crime no Brasil, mas permitido em alguns países. Tudo o que ela queria era se livrar do que a medicina classifica como a pior dor do mundo, causada por uma doença chamada neuralgia do trigêmeo, contra a qual lutava há 11 anos.

— É uma tortura. A dor é progressiva e cheguei ao ponto em que preferia morrer a continuar sentindo aqueles choques. Enquanto pude lutar, lutei. Mas atingi o meu limite no dia em que estava com minha família num restaurante, e a dor começou, com choques no lado direito do meu rosto. Eu me levantei da mesa e fui para o carro chorando — relembra Adriana.

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