São Paulo – A pandemia que até o momento ceifou a vida de 160 mil brasileiros abre, na memória coletiva do país, espaço para cenas dramáticas, como a da terra fresca de dezenas de covas abertas lado a lado num momento em que as mortes por coronavírus aceleravam.

Estampadas na capa do jornal norte-americano The Washington Post no começo de abril de 2020, as sepulturas cavadas no Cemitério da Vila Formosa, na capital paulista, foram fechadas em enterros com público restrito e tempo contado.

Foto: Rafaela Felicciano/Metrópoles

Com a flexibilização das regras neste Dia de Finados, muitos parentes voltam ao local para uma espécie de complemento da despedida, agora com mais calma e reflexão.

Em agosto, no rápido velório e sepultamento da mulher com quem passou 52 anos casado, o aposentado Israel Figueiredo, 75 anos, incomodou-se principalmente com a exigência do caixão fechado.

“Para mim, o problema maior foi não poder vê-la uma última vez”, afirma ele, que conversou com a reportagem do Metrópoles enquanto cuidava da sepultura de Ana na véspera do feriado, retocando o pequeno jardim que montou no local.

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