A corrida que o motorista de aplicativo Roosevelt Albuquerque da Silva, 31 anos, pegou por volta de 22h30 deveria ter sido a última de terça-feira (1º/12). Segundo a esposa dele, Juliana Simplício Rodrigues, 35, o casal tinha um pacto para que ele não trabalhasse até muito tarde, por considerar as viagens tardias um risco desnecessário.

(Foto: Reprodução)

 

Pouco antes de aceitar o chamado que acabou sendo fatal, Roosevelt enviou uma mensagem à esposa avisando que conseguiria buscar os filhos na Vila Planalto, onde estavam, por volta das 23h. Mas, após isso, o homem desapareceu.

“Ele nunca atrasa. Com certeza viu que era uma corrida curta e aceitou. Quando deu 23h07, meu filho mais velho já mandou mensagem avisando que o pai não tinha aparecido”, relata Juliana.

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